sexta-feira, 13 de janeiro de 2012
.:: Email ::.
Quase morro quando você vai embora. Quase morro quando fazemos as pazes. Divórcio nunca foi uma opção, distancia não é motivo pra esquecer. Eu me despeço e você contorna, eu percorro um começo e você dorme antes do combinado. Eu ainda digo que gosto de ti, já você acelera minha saudade antes de voltarmos.
Eu me despedi uma, duas, três e algumas de dezenas de milhares de vezes. Jurei te odiar e encontrar um rumo. Jurei algumas letras e um casamento. Daí eu bebo, sinto saudades, ouço nossa música e o resto o coração estraga.
Meus amigos duvidam, eu já não encaro, Deus já não mais acredita, o destino nos trai, o orgulho colabora e no final insistimos como quem começa depois do nosso vigésimo aniversário.
É bem verdade que depois de ti meu gosto musical piorou. Ouço o que os outros acham graça; ouço música de boteco que me faz te querer, que me faz conversar. Música ruim vem acompanhada de saudade e nem dá pra discordar.
Confesso um ciúme distante, confesso seus olhos azuis sem acorde ao nosso domingo. Sem jeito pro nosso pijama, sem beijo na porta de casa.
Meio que treinei um “pra sempre” sem checkpoint. Mesmo que com brigas, diferenças, faculdade, Estado, País, time e a droga dos seus filmes ruins; a falta das minhas chaves perdeu o orgulho de terminar de vez.
Quando não te vejo, quase que te imagino em mim. Quando brigamos, quase que não me suporto.
Deixo caligrafia e o mundo de lado; invento correspondência de noivado. Jurei algumas letras e um casamento. Daí eu bebo, sinto saudades, ouço nossa música e o resto o coração estraga.
Daí eu invento palavras, invento nosso beijo e bom......
o resto.......
o resto o coração estraga.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Amei, vc é mais sensível do que imaginei.
ResponderExcluir